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Nome Impróprio

Michael Jackson morreu

Sabe aquela lenda dos Beatles que dizem por aí que o Paul McCartney morreu de um acidente e foi substituído? Se isto realmente aconteceu, o substituto era bem melhor que o original, já que depois do ocorrido (em 1966) foram lançados os ótimos Sgt. Pepper’s, Abbey Road e Let it be. Ah, e se realmente o moleque de Liverpool bateu as botas, conseguiram arrumar um igualzinho a ele. Aparência nesse caso é tudo!

Porém, nobilíssimos leitores, o caso que te mostro agora foi uma cagada homérica cometida há alguns anos e ninguém se manifestou ainda. Apesar de estar na cara do povo, parece que o assunto ainda não veio em pauta.

Michael Jackson Morreu!!!!

Pois é meus cumpanheiros, os fatos existem, são fáceis de comprovar e nenhum fí-de-Deus jogou esse assunto tão.. mas tão pertinente, numa roda de ubanda bar.

Comecemos então pela trajetória do falecido ídolo pop star.

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Este aí no centro da imagem, meus amiguinhos, é o líder daquele grupo dos anos 70 que cantavam juntos e felizes “A B C easy as/1 2 3, oh simple as/do re mi, A B C, 1 2 3 baby you and me girl” e também é o que hoje chamamos de Michael Jackson. Com apenas 13 anos de idade já se sobressaia diante de seus irmãos, causava furor entre as menininhas e calores estranhos em senhoras idosas. Além de cantar, já dançava e inovava, dançando como um pequeno robozinho.

Sua fama era tanta, que decidiu por fim na carreira dos irmãos e caiu fora dos Jackson 5 para seguir seu caminho. Seu primeiro álbum fora do quinteto fez um certo sucesso, porém não era uma promessa de pop star ou coisa parecida. Uma ou outra música eram “aproveitáveis” e só!

Agora é que vem o pulo do gato my friends. Antes de lançar seu próximo álbum ainda no ano de 1979, Michael Jackson se espatifou igual bosta mole caiu num ensaio de dança e “quebrou o nariz”. Coloquei aspas porque foi este o acidente que mudou seu status de on line para off line. Ou seja, o negão (cota racial do blog) teve traumatismo craniano ou algo semelhante por causa da queda e bateu as botas.

Veja bem, por enquanto só estou mostrando os fatos, e não as fotos. Analise-os. O cara fazia sucesso sim, mas só com seus irmãos. Foi tentar sair do grupo e viu que não conseguiria fazer sucesso sozinho. Foi algo do tipo Los Hermanos e Marcelo Pedófilo Camelo.

Como a gravadora não queria perder o dinheiro investido no astro mirim e gente boa, depois deste acidente, substituíram-no por um sujeito de nariz fino, com o triplo de talento e com um caráter e gostos duvidosos, além de uma doença que ainda não havia se manifestado, o vitiligo. O sósia era fabricado no Paraguay e sua garantia era de três meses. E sim… depois desse acidente foi lançado o álbum mais vendido de todos os tempos na história desse país. O Thriller.

Só para minha afirmação ter mais fundamento, levanto outro ponto importante. Veja a cor dos filhos do cara. Tudo bem o cara ter uma doença de camaleão que faz a pele mudar de cor, mas o gene negão do cara ainda tá lá e não foi alterado. Cadê a pele mulata das crianças, já que a mãe é branca? Genética, oi!

Tá aqui a foto dos pimpolhos

Não passariam nem perto do sistema de cotas!

Não passariam nem perto do sistema de cotas!

Agora vamos as fotos que resumiriam todos os parágrafos deste post e que eu só não as coloquei lá no começo para você ter que ler toda essa baboseira que eu escrevi aí em cima.

original-cópia

Vejam a diferença do que era para ser o original e da atual cópia

michael

Evolução indiscutível. Existem três pessoas diferentes nestas fotos!

Concordam comigo?? Manifestem-se!

Participem do sorteio do livro A Cabeça de Steve Jobs. Você tem grandes chances de ganhar!

This entry was written by ivan, posted on 29/01/2009 at 1:30 pm, filed under denúncia, merdas gerais, musica and tagged , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Precisamos de mais Vinicius de Moraes

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Estou muito envolvido ultimamente com a obra de Vinícius de Moraes. Na verdade sempre gostei de bossa nova e, particularmente, das músicas que ele compunha. Porém ultimamente tenho lido muita coisa dele, além de ouvido, claro!

Ganhei de amigo secreto aqui do trabalho, um DVD com um documentário sobre a vida do boêmio Vinícius, contando seus amores, desamores e composições. Aí já viu né. Eu com um tocador de vinil, um documentário sobre a vida dele e alguns livros de entrevistas e poesias, não podia dar outra coisa para me fazer chegar a conclusão de que precisamos de mais Vinícius de Moraes por aí.

A vida dele se parece muito com a do Cazuza, mas difere no ponto de não ser tão irresponsável e mimado como ele. Vinícius tinha um emprego no Itamaraty e tinha a competência necessária para saber dividir sua vida de diplomata e de poeta. Porém sua vida poeta era completamente desregrada e etílica. Quando vestia a carapuça de poeta, enchia a casa de gente que nem conhecia, se embebedava sempre e amava… amava muito e sem limites.

O que transformou Vinícius de Moraes em Vinícius de Moraes foi o amor. Casou-se nove vezes e ficava com a esposa da vez até que a paixão acabasse. Vivia intensamente o que sentia e, depois, sofria intensamente a separação… isso até se engraçar com outra moçoila. E, durante esse processo de paixão-fossa, ele compunha os mais belos poemas que hoje podemos ver em qualquer propaganda do Boticário.

Uma das coisas que não sabia, e que acabei descobrindo lendo uma de suas entrevistas, foi que ele que colocou Tom Jobim debaixo dos holofotes. Foi durante a peça Orfeu da Conceição, escrita pelo Vinícius, que perceberam que estavam precisando de um maestro/pianista para escrever algumas músicas. Então Vinícius foi informado que tinha um cara que tocava um piano safado num barzinho lá no Rio e que seria perfeito para o emprego. Daí então surgiu a maior parceira depois de Chitãozinho&Xororó da música brasileira.

Voltando ao fim do segundo parágrafo, acho que do jeito que estamos hoje, com tudo nos eixos, todas as celebridades vigiadas e que, quando tem alguém que vive no limite, este alguém é jogado na cova dos leões, fica difícil de termos coisas tão boas como o Soneto do Amor Total ou ouvir por aí acordes tão bonitos como os de Eu Sei que Vou te Amar. Falta gente vivendo intensamente a dor e o amor. Faltam heróis e vagabundos declarados (e de carteira assinada).

Falta… falta muito para que possamos ver outro poetinha por aí.

This entry was written by ivan, posted on 23/01/2009 at 9:09 am, filed under musica and tagged , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Qual minha idade?

Este poderia ser eu!

Este poderia ser eu!

As vezes me pergunto qual é a minha idade real. Gosto de coisas que não são “compatíveis” com a minha idade. São compatíveis com a idade de um velho senhor de 70 anos com a próstata inchada e com os poucos dentes amarelados que lhe restam na boca amarelados. Um charme né?! Para provar o que estou dizendo (como vocês se importassem realmente), vamos aos fatos.

1. Música

Sempre gostei mais de Bossa Nova que Rock’n'Roll. Ouvia Francisco Buraco from Netherlands (a.k.a. Chico Buarque) desde sempre por causa de minha mãe, fã número um do narigudo. Aliás, acho que minha mãe só trocaria meu pai por outro cara se esse outro cara fosse o Chico Buarque. Isso na adolescência, claro… né mãe??? Voltando ao assunto, sempre ouvi música brasileira de qualidade em casa e isto acabou educando meu ouvido para que acordes dissonantes soassem lindamente no meu nervo auditivo. E isto contribuiu para que eu estudasse a origem da bossa nova, do violão na música brasileira dos anos 50 e ficasse fã de Vinícius de Moraes. E caso você ache que as letras dos Los Hermanos eram boas, ouça Vinícius de Moraes </tapa na cara do Amarante/Camelo/MalluMagalhães>.

Não é que não goste de Rock, aliás, gosto muito também… mas as coisas que mais gosto são aquelas feitas antes dos anos 80. Rock de velho!

E agora, para completar meu momento nostalgia de um tempo que não vivi, acabei comprando este tocador de vinil que você vê abaixo! Já assaltei a estante de vinil lá em casa e comecei minha própria coleção. Vai de Mutantes, passando por Secos e Molhados e chega de cabeça à Bossa Nova com Chico, Quarteto em Cy, Toquinho, dentre outros.

Esta belezinha agora é minha.. muuuaaaaaaahhhhh

Esta belezinha agora é minha.. muuuaaaaaaahhhhh

2. Bebida

Fui apresentado ao whisky por volta dos 14 anos e, desde lá, sempre que rolava nas festas eu bebia. Sim, comecei cedo. Sabe como é né… cidade pequena… sem muita coisa pra fazer. E acabei descobrindo que gostava muito daquele mijo de gato! Hoje se fizer um teste cego onde experimento Ballantines, Red Label e Old Eight (urgh!) numa mesma tacada, consigo rotular qualquer garrafa de cerveja, tipos de madeira e capas de livro, já que estarei completamente bêbado e não saberei exatamente o que estarei fazendo.

Bom, e whisky é coisa de velho que fuma charuto e… opa, lá vai o número 3.

3. Fumo

Fumei meu primeiro charuto (Romeu&Julieta nº2) numa festa a fantasia onde eu estava vestido de mafioso. O charuto foi fornecido pelo meu querido avô, sem juízo nenhum e a quem devo muito! Tinha uns 16/17 anos e, até completar 23 anos, sempre tive a vontade de comprar alguns, mas ou não tinha muito dinheiro, ou não sabia qual marca comprar na hora. Fumava só quando rolava algum evento social e alguém acendia um deles.

Foi como uma desculpa para fazer a dança do acasalamento aproximação da minha amada noiva que comprei meus primeiros charutos. Ela estava indo a Cuba e encomendei alguns com ela. Aí já viu né. Comprei o umidor (uma caixinha para conservar o charuto), o cortador e o isqueiro específico para acendê-lo (não me vão acender um charuto com isqueiro bic). Comecei a namorar e a colecionar charutos ao mesmo tempo!

Hoje conto com uma pequena coleção de cubanos, nigerianos e guatemalenses. Acendo um ou outro muito raramente, mas curto cada segundo do ritual.

É.. esse poderia ser eu!

É.. esse poderia ser eu!

Agora me digam. Quantos anos eu tenho???

Se vocês virem um cara magro, alto, bonito e humilde pra caralho ouvindo um vinil numa vitrolinha moderna, tomando whisky e fumando charuto, podem se aproximar, porque sou eu!

This entry was written by ivan, posted on 15/01/2009 at 10:50 am, filed under merdas gerais, vida and tagged , , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Maísa – quando fala o estômago

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Fade out e enquadramento de um copo preenchido somente com 1/3 de milk shake e, ao fundo, a silhueta de uma jovem obesa, deitada no sofá e com o controle remoto na mão. Somente existe a luz da televisão que ilumina o copo e a gorda.

E assim começa a história que contará a saga da pequena anã Maísa. O xodó nacional dos anos 2000.

Maisa começou sua carreira num programa de auditório assim como todas as crianças que possuiam pais que as faziam acreditar que deveriam almejavar algum lugar às luzes de holofote e de pontos auditivos na orelha. Sua descontração e espontaneidade atraiu a atenção de vários telespectadores daquele longínquo ano de 2008 quando as televisões ainda eram planas e o projeto de tevisão digital estava saindo do papel. Não demorou muito para que ela fosse contratada por um canal de mais visibilidade e que ganhasse seu próprio programa. Porém ela não deixou sua emissora em que começou a carreira sem antes mostrar sua maior fraquesa fraqueza. Balinhas coloridas e milk shakes. Na sua última semana no emprego antigo deu uma festa na mansão dos Gil (Raul Gil) onde pode-se ver que ela se retirava a cada meia hora para consumir balinhas de coco e guanará Dolly. Alí começava o que iria destruí-la para sempre. Açucares e Gordura Trans.

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Maísa no início da carreira. Alí ela conheceu a balinha de coco

Antes de estrear na nova emissora, pequena Maísa tirou férias. Estava cansada e abalada ainda pelas notícias que circularam a seu respeito sobre a festa dada na mansão dos Gil. Alguns tablóides mostraram fotos dela dormindo e segurando ainda entre os dedos um papelzinho de bala de coco. Havia também se urinado pela grande quantidade de guaraná Dolly ingerida naquela noite. Minutos antes de ter sido retirada da festa pela sua baby sitter, Maísa proferiu as seguintes palavras: “Sou mais famosa que Simoni, Jairzinho e Jordy juntos“.

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Maísa faturou muito na sua carreira, porém não soube se comportar.

Maísa estreiou com grande sucesso na nova emissora. O ibope nunca tinha subido tanto naquele horário da manhã e isto serviu para que Maísa fosse conversar com o sócio fundador da empresa para tentar conseguir mais benefícios no seu, já alto, salário. Ela queria mais balas e havia descoberto nas suas férias, os fast foods americanos. Precisava de cada vez mais e mais para se sentir saciada daquela vontade de ingerir gordura trans. Por fim, ela acabou conseguindo o aumento, porém com a condição de ela se apresentar todo domingo com o fundador da emissora num programa onde ela deveria contar piadinhas inocentes e soltar flatulências na frente das cameras. Claro que ela topou. Precisava ter topado.

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E então, por mais balinhas, ela começa a trabalhar com senhores de idade.

Com a aproximação do fundador da emissora, Maísa começou a frequentar a alta sociedade e ir em festas e eventos que não tinham hora para terminar. Aos poucos ela começou a perder sua espontaneidade pois dormia todos os dias depois das 21:00 o que, para ela, era muito tarde. Fora que dormia várias vezes sem escovar os dentes e, pela forte ingestão de açucares, começou a ter…. cáries. Sua primeira cárie marca a decadência de sua carreira.

No ano seguinte de sua primeira cárie, mais uma tragédia. Faleceu por motivos até hoje escusos o fundador da emissora onde Maísa trabalhava. Isto serviu para que ela esquecesse de seu programa de televisão (que já não dava audiência como antes) e caísse de vez no mundo dos doces. Gastou toda sua economia comprando uma loja de doces. Porém ela nunca a abria. Ficava 8 horas por dia atrás do balcão em cima de seu caixote de madeira, contando quantas balas tinha em estoque e, no final do dia pegava uma bala de uma caixa e dava baixa no estoque. Com os benefícios da televisão, parcerias e trocas de favores, Maísa havia conseguido passe livre nos fast-foods e nas lojas de brinquedos mais conhecidas da época. Passava as outras horas do dia comendo sanduíches e comprando brinquedos de última geração que apareciam na televisão. Logo o dinheiro foi acabando e o peso aumentando.

Hoje, depressiva e desconhecida, Maísa sofre de obesidade e oneomania de tanto comprar brinquedos. Tentou se tratar algumas vezes, porém quando saía da Rehab reabilitação, seu primeiro itinerário consistia em ir ao Burger King e a Baby Kids.

Maísa tem 17 anos e ainda continua sem entender o por quê soltar punzinhos na televisão não é mais legal.

Foto retirada do Orkut de Maísa. Sim, a decadência a fez abrir uma conta no Orkut.

This entry was written by ivan, posted on 09/01/2009 at 8:32 pm, filed under denúncia, merdas gerais and tagged , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.