
Meu carro poderia ser esse... mas seria sorte damais
Amigolhes, vou lhes contar uma história. Uma saga, mais precisamente. Uma saga que continua até os tempos de hoje e que eu ainda não sei o final.
No outono de 2007, depois de juntar o dinheiro de 5 anos de trabalho, mesada e pequenos furtos, consegui comprar meu carro. Parcelei em bilhões de vezes no BP (Banco do Pai) e prometi ao meu gerente (meu pai) que o pagaria sem atrasos, o que ocorreu, já que não sou nenhum furão.
Minha primeira semana com o carro foi sem o carro. Como morava numa cidadezinha do interior de São Paulo, lá as coisas demoram pelo menos 17 vezes mais do que demorariam se eu estivesse numa cidade grande. Então para acertar toda a documentação foi uma novela. Primeiro arrumamos tudo o que era necessário para fazer a coisa do modo mais rápido possível e dentro da lei, claro. Porém não contávamos com a história mal resolvida entre o cara do despachante e a delegada. Provavelmente a delegada queria dar pro cara e ele, esperto como é, falou que não ficaria com homens. Com esta trama circundando todos meus documentos, a lazarenta delegada, apesar de ter tudo o que necessitava para liberar o carro, resolveu fazer a maior cu docice do universo e resolveu não fornecer a sua tão desejada assinatura nos meus documentos. Como eu morava em outra cidade, não conseguia ir até a delegacia para resolver o problema, então enviei meu melhor homem meu pai para “conversar” com a mulher. A resposta dela se baseou em “Eu posso fazer o que quiser, e agora não quero fazer porra nenhuma”. Ou seja, uma semana com o carro na garagem e eu no busão por conta de dar poder a quem tem cérebro de ameba com síndrome de Down.
Passado este perrengue, levei meu carro para São Paulo e, na semana seguinte, parado(!!!!!) num semáforo da Consolação indo em direção a uma churrascaria, senti uma coisa por trás bateram na traseira do bambino. Na verdade foi um engarrafamento. Um corsa bateu numa Van e a Van foi parar dentro do meu porta malas. E, como todos devem saber, em caso de engarrafamento, nunca se acha um culpado. O viado do cara do Corsa que ADMITIU na hora que foi ele quem começou a batida, no dia seguinte, após saber o valor da minha franquia, decidiu que ele não tinha batido. Vai ver foi a mão de Deus que resolveu empurrar a Van na direção do meu modesto tomóvi. Resolvi então não arrumar nenhum tipo de problema e acabei arcando com o prejuízo. Só que fiquei mais duas semanas sem carro e dentro do busão… NOVAMENTE, já que levei meu carro para arrumar na minha cidade sem lei.
Passado alguns meses, comecei a namorar minha atual noiva. Ela mora em Campinas e eu em Sampa. Num fim de semana fui vê-la, abasteci o carro num posto Esso lá na Marginal Tietê e peguei meu rumo em direção a Viadolândia Campinas. Cheguei aqui, curti o findi e, na hora de ir embora, meu carro não pegava. Sim, queridos leitores, fui alvo de um posto irregular e ENCHI O TANQUE com água, praticamente. A solução foi chamar um guincho e meter gasolina aditivada no pequeno espacinho de tanque vazio que eu tinha.
Depois disso, passei alguns bons meses sem nenhum perrengue, porém, como vocês podem ler aqui, bati o carro num cruzamento bem no dia do casamento da minha irmã.Sério, leiam o post que lá explica tudo com mais graça e menos desgraça. Mais umas duas semanas sem carro. E, para completar, vi que nesse meio tempo, roubaram a antena que ficava presa ao teto.
E agora, na semana passada, fui todo felizão no apartamento de minha noiva e, como lá é um lugar bem movimentado, achei que não teria problemas em deixar o carango na rua. Doce ilusão. Cortaram a porra do cabo da bateria, desligando a merda do alarme, entortaram a escrota da porta e levaram o lazarento do som e o filho da puta do step. E, para completar, fiquei extremamente feliz quando descobri que havia uma mala de roupas no porta malas…. que também levaram embora. [sarcasmo mode:off]
Fico imaginando que construiram meu carro em cima de um cemitério indígina, ou então durante o transporte dele, a cegonha tenha passado numa esquina com macumba ou no meio de uma roda de umbanda porque vai ser cagado assim lá em Brasília viu.
Depois destes episódios, estou pensando em ir dirigindo até o Vaticano para tomar um litro de água benta, mas, pensando bem, dizem por aí que “fé demais não cheira bem”.
This entry was written by , posted on 05/02/2009 at 8:28 pm, filed under merdas gerais and tagged Batida, Carro, roubo, Saga. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Pela sexta vez em menos de um ano a bandidagem carioca rouba o óculos do coitado do Drummond. E ainda insistem em colocá-los de volta numa cidade onde a guerra civil só não é declarada para não acabar com um cartão postal do Brasil.

É claro que vão roubar novamente o dito cujo e transformá-lo em pó… literalmente!
Minha sugestão: LENTES DE CONTATO!
This entry was written by , posted on 26/08/2008 at 8:15 am, filed under merdas gerais and tagged drummond, óculos, roubo. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.